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Louçã e Marques Mendes: os opostos que a Caixa uniu

DEBATE Louçã e Marques Mendes discutiram em Lisboa os atuais desafios do país, numa conferência organizada pela revista Exame

luís barra

Francisco Louçã e Luís Marques Mendes têm visões distintas da economia e, sobretudo, do Estado. A revista Exame juntou-os à mesma mesa e as diferenças evidenciaram-se. Mas há algo em que estão definitivamente de acordo: o salário do novo presidente da Caixa está errado. “Ele impôs uma condição lamentável”, diz Louça. “Entre o 8 e o 80 há o 30, o 40, o 50”, defende Marques Mendes - que anunciou problemas para a “geringonça” e para o ministro da Economia.

Miguel Prado

Miguel Prado

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Jornalista

Luís Barra

Luís Barra

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Fotojornalista

Francisco Louçã começou por diagnosticar cinco problemas no país em que vivemos. Luís Marques Mendes acabou a prescrever três ingredientes para transformar Portugal. Pelo meio, num animado debate durante a conferência Portugal em Exame, que decorreu esta quinta-feira em Lisboa, os dois comentadores, ideologicamente distantes, foram (quase) consensuais num ponto: o salário do novo presidente da Caixa Geral de Depósitos é um exagero. Lá chegaremos.

Para Francisco Louçã, professor catedrático de Economia do ISEG, Portugal tem hoje cinco sérios problemas. A saber: uma elevada dívida externa, sobretudo privada, um baixo crescimento económico, um “nível muito baixo de investimento”, um grau significativo de pobreza e desigualdade e uma sujeição às regras europeias que limita a autonomia do país.

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