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BCE adia decisões para dezembro, mas dá folga a Portugal

PROGRESSOS, MAS... Draghi aconselha Centeno a resolver crédito malparado e sobreendividamento das empresas

reuters

O presidente do Banco Central Europeu (BCE) acha que Portugal tem realizado “progressos notáveis”, mas caso a agência DBRS corte o rating da dívida o acesso aos estímulos do BCE acabam. Quanto ao QE fica tudo adiado até 8 de dezembro, e isso importa, também, para a emissão de dívida pelo IGCP

“Portugal realizou progressos notáveis, mas permanecem vulnerabilidades”, referiu Mario Draghi, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), na conferência de imprensa que se seguiu à reunião de política monetária desta quinta-feira.

O elogio seguiu-se a uma pergunta sobre se um corte de notação para 'lixo financeiro' da dívida de longo prazo portuguesa pela DBRS, esta sexta-feira, implicaria a 'expulsão' de Portugal dos programas de estímulos. O presidente do BCE respondeu o óbvio: caso haja uma desgraduação da dívida portuguesa pela agência canadiana, as obrigações portuguesas deixam de ser elegíveis para o programa de compra de dívida no mercado secundário e como colateral para o recurso ao financiamento por parte dos bancos. "Se houver uma desgraduação, os instrumentos de dívida emitidos ou garantidos pela República de Portugal tornar-se-ão inelegíveis como colateral para operações de política monetária ou para aquisições no Programa de Compras do Sector Público", referiu.

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