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Tribunal anula castigo a histórico da PJ

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Teófilo Santiago, o polícia que liderou a investigação no processo Face Oculta, ganhou na Justiça o que perdeu na PJ: tribunal anulou um castigo disciplinar por causa de um artigo de opinião no “Correio da Manhã”. “Foi um processo feio e desnecessário”, reage

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Editor de Sociedade

bruno rascão

Um investigador com responsabilidades pode criticar o modelo de organização da polícia num artigo de jornal? Os polícias têm direito à liberdade de expressão plena? A polícia pode achar que não, mas uma sentença recente do Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro diz que sim, que até um polícia pode criticar a polícia.

A juíza Luísa Tinoco anulou a pena disciplinar aplicada pela PJ a Teófilo Santiago, um histórico da casa, condecorado com o crachá de ouro, que num artigo de opinião publicado no “Correio da Manhã” criticou duramente o modelo de organização da polícia e o modo como eram concentrados “meios inauditos para uma afirmação ritualizada e catártica da autoridade do Estado quase sempre exercida de forma desproporcionada e mais apostada na exibição de meios do que na resolução de problemas”. A crítica foi considerada uma bicada à PSP e à GNR, que dirigiam algumas investigações importantes que podiam ter sido conduzidas pela PJ.

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