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Funcionários nas escolas: poucos, mal pagos e os que vêm a caminho não chegam

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marcos borga

O problema da falta de assistentes operacionais arrasta-se desde o início do ano letivo. Já houve escolas a fechar, outras estão a cortar no horário dos serviços. Esta terça-feira foram os próprios funcionários da Secundária Pedro Nunes, em Lisboa, a protestar, levando ao encerramento da escola. O reforço anunciado pelo Ministério não chega, avisam diretores e sindicatos

Depois dos elogios à colocação atempada dos professores este ano letivo por parte do Ministério da Educação, desde cedo as escolas se aperceberam que os problemas não ficavam resolvidos. Tal como noutros anos, mas desta vez de forma agravada por causa da redução dos horários de trabalho na função pública das 40 horas para as 35, os diretores sentem as consequências da falta de assistentes operacionais. Afinal, são eles que garantem tarefas tão essenciais como a vigilância dos recreios, entradas e saídas, o funcionamento do bar, cantina ou biblioteca, a limpeza das salas e das casas de banho. E não estão a chegar para tudo, garantem diretores, sindicatos e partidos.

Esta terça-feira, foram os próprios funcionários da Escola Secundária Pedro Nunes, em Lisboa, a reclamar contra a “crescente falta de pessoal” que está a colocar em causa a “saúde física e psicológica” dos trabalhadores. Concentraram-se à porta e partiram para o Ministério da Educação para explicar as suas razões de queixa. O liceu teve de encerrar.

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