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“As 12 cargas de impostos” e outros pecados do OE, segundo a oposição

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DENÚNCIA A ex-ministra das Finanças arrasa o OE para 2017: “É um instrumento de curto, curtíssimo, prazo”

MARCOS BORGA

PSD e CDS coincidem na apreciação que fazem da proposta do Orçamento do Estado para 2017: sublinham o aumento de impostos e contestam, sobretudo, o facto de o Governo ter excluído as pensões mais baixas da atualização extraordinária

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

Não há uma segunda oportunidade para causar uma boa primeira impressão. E, sem prejuízo da discussão na especialidade, PSD e CDS já têm a sua opinião formada sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2017. E não é boa: para a oposição, o documento entregue na sexta-feira por Mário Centeno define-se a traço grosso como significando “aumento de impostos”, “instabilidade fiscal” e um curioso conceito de “justiça social” que deixa as pensões mais baixas de fora da atualização extraordinária decidida pelo Governo.

O que pensa o PSD...

Para o PSD – que ainda não pôs completamente de parte a hipótese de vir a apresentar propostas de alteração na especialidade, contrariamente ao que fez no ano passado –, o OE 2017 assenta em “12 cargas de impostos a pagar”, nas contas do vice-presidente da bancada parlamentar António Leitão Amaro.

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