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Como funciona a cabeça de um fugitivo: “Preferem um fim trágico”

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MISTÉRIO GNR montou uma caça ao homem nos últimos dias para tentar capturar Pedro João Dias, suspeito de duplo homicídio. Neste momento, as pistas apontam para Vila Real

Lusa

Psicólogos forenses ajudam a explicar o que pensa, como reage ou onde se prefere esconder um foragido à Justiça como Pedro João Dias, o alegado homicida de Aguiar da Beira. “É um indivíduo que, mesmo encurralado, não se irá entregar”

Pedro João Dias é um homem perigoso e pode tornar-se ainda mais a cada dia que passa escondido das autoridades. Dois psicólogos forenses ouvidos pelo Expresso, Paulo Sargento Santos e Mauro Paulino, sabem do que falam. Ambos os especialistas estão há muito rotinados na análise psicológica a homicidas, violadores ou sequestradores e já viram este filme várias vezes.

Paulo Sargento Santos, neuropsicólogo clínico e forense, defende que não há apenas um padrão de fuga, mas padrões dependentes do perfil do evadido. No caso de Pedro João Dias — o fugitivo de Aguiar da Beira (Guarda) que terá assassinado um militar da GNR e um civil na última terça-feira de madrugada —, o diagnóstico aponta para “uma psicopatia violenta”. Para este especialista, o modelo de fuga do suspeito de duplo homicídio indicia que ele entrou em desespero quando se apercebeu que não tinha consigo a carta de condução, após abater e ferir gravemente os dois militares da GNR.

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