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250 embriões vão ensinar-nos os segredos do cordão umbilical

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PESQUISA. Os casais que doaram os embriões excedentários assinaram declarações autorizando a investigação científica mas recusando a utilização em projetos parentais

ANA BAIÃO

Pela primeira vez em Portugal, embriões serão utilizados numa investigação para entender melhor como um óvulo fecundado se aloja no útero materno. A investigação foi considerada “relevantíssima” pelo Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida

Não se sabe quem são e nem mesmo se sabe quantos foram exatamente os casais que aceitaram doar os seus embriões, mas sabe-se que são mais de 80. Cerca de 80 homens e 80 mulheres que perceberam que é dando que se recebe. E foi com base nesta dádiva que se tornou possível avançar com aquele que será o primeiro projeto de investigação com recurso à utilização de embriões humanos em Portugal.

Anunciado há uma semana pelo Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) — o organismo a quem cabe autorizar procedimentos desta natureza no país—, o comunicado que tornou público o estudo que já havia sido aprovado há um mês, invocava o “potencial benefício para a humanidade” desta investigação.

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