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Portugueses favoráveis a que se taxe o que faz mal à saúde

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nuno fox

Os inquiridos pela Eurosondagem para o Expresso e a SIC no barómetro de outubro concordam com o agravamento dos impostos sobre álcool e tabaco e com a criação do “fat tax”

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

São mais impostos mas estes têm a aceitação de boa parte dos portugueses. Questionados no âmbito do barómetro mensal da Eurosondagem para o Expresso e a SIC, a maioria dos inquiridos (54,1%) concorda com o aumento do imposto sobre o álcool e o tabaco. Ainda assim há quase 40% que discordam. A proporção é praticamente a mesma quando confrontados com a criação de uma taxa para os produtos alimentares com excesso de sal ou açúcar: 51,1% dos inquiridos aplaudem a medida. contra 40,6% que a rejeitam.

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Ficha técnica

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 6 a 12 de Outubro de 2016. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte (19,8%) — A.M. do Porto (14%); Centro (29,9%) — A.M. de Lisboa (26,5%) e Sul (9,8%), num total de 1010 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1184 tentativas de entrevistas e, destas, 174 (14,7%) não aceitaram colaborar neste estudo. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma resultou, em termos de sexo: feminino — 52%; masculino — 48% e no que concerne à faixa etária dos 18 aos 30 anos — 16,6%; dos 31 aos 59 — 52,2%; com 60 anos ou mais — 31,2%. O erro máximo da amostra é de 3,08%, para um grau de probabilidade de 95%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.