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O dia em que Marcelo conheceu os mais belos das Forças Armadas

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josé carlos carvalho

Em três distintas partes se dá notícia da primeira visita de Marcelo Rebelo de Sousa aos Fuzileiros e se revela, em rigoroso exclusivo, por que razão se autointitulam os mais belos das Forças Armadas

Carlos Abreu

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José Carlos Carvalho

José Carlos Carvalho

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André de Atayde

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I PARTE – Uma perturbadora pontualidade

Quis São Pedro e os Santos que a primeira visita do atual comandante supremo das Forças Armadas aos Fuzileiros fosse brindada com um dia de verão em pleno outono. Jamais será de somenos sublinhar o estado do tempo porque, como haveremos de ver, se a chuva tivesse dado um ar de sua graça, muito poucos teriam ficado com vontade de rir, pelo que a seguir se verá. Claro que não estamos a falar dos militares, sabido que chuva civil não os molha, muito menos aos fuzos habituados a evoluir no mais fino lodo, como também veremos. Mas comecemos pelo princípio.

6 de outubro de 2016. 10h59. Demonstrando uma perturbadora pontualidade britânica em gentes pouco habituadas a cumprir horários – e claro que não estamos a falar dos militares – chegou Marcelo Rebelo de Sousa à Escola de Vale de Zebro, onde desde 1961 gerações de homens conquistaram a tão ambicionada boina azul ferrete. A recebê-lo, como não podia deixar de ser tratando-se de uma visita oficial, guarda de honra e as mais altas individualidades civis e militares. Manda o protocolo que o comandante supremo saúde a dita guarda. “Apresentar arma! Ombro arma!” Siga a visita.

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