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Trump & Clinton: o caso dos U2 e dos Rolling Stones

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U2 & TRUMP “O que é que têm a perder?”

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A corrida ao lugar de Presidente dos Estados Unidos da América dividiu o mundo entre apoiantes de Donald Trump ou Hillary Clinton. Entre as maiores bandas do mundo, os U2 manifestaram em várias ocasiões a sua preferência, mas os Rolling Stones mantêm-se calados. Porquê?

Miguel Cadete

Miguel Cadete

Diretor-Adjunto

São Francisco, 5 de setembro. Os U2 oferecem aos participantes da Dreamforce – um gigantesco encontro empresarial – um concerto fora das suas habituais digressões. É um espectáculo como qualquer outro, ainda que o alinhamento comporte inúmeras alterações (mas nenhum dos temas que farão parte do seu próximo álbum) e um convidados muito especial. Ele não está lá em carne e osso, mas surge em tamanho XL nos megaecrãs que são habituais nas apresentações da banda de Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen.

A sua presença, cedo se percebe, não é, apesar de tudo, bem-vinda. O seu nome é Donald Trump e, pouco depois da aparição em formato LED, torna-se claro que o candidato dos republicanos a Presidente dos EUA é persona non grata naquela ação panfletária da banda irlandesa. Há um interlúdio durante a interpretação de “Bullet in the Blue Sky” e é no decurso de um diálogo, inventado e manipulado pela produção do espetáculo que Bono, dirigindo-se a Trump, lhe comunica: “Está despedido”.

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