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Quando uma parte da esquerda tinha a utopia da mesa redonda

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ILUSTRAÇÃO TIAGO PEREIRA SANTOS

Pétala a pétala, vão sendo conhecidos novos pormenores dos bastidores dos acordos da esquerda. O Expresso revela na íntegra o documento que PS e Bloco gostariam que tivesse sido assinado a quatro, mas cuja formulação e alcance o PCP recusou

Um ano após as eleições legislativas que mudaram o mapa político português, data que é assinalada nesta terça-feira, dia 4 de outubro, alguns factos e documentos de trabalho da negociação entre os vários partidos de esquerda começam a ver a luz do dia.

É o caso do texto consensualizado entre o Partido Socialista e o Bloco de Esquerda, já revelado nas suas principais linhas na edição impressa do Expresso, mas que só agora o Expresso publica na íntegra. Pode vê-lo AQUI.

Em todo o processo negocial foi sempre muito evidente que o PCP negociava exclusivamente com o PS e nunca aceitou qualquer diálogo efetivo com o Bloco. Chegou a haver uma reunião formal entre os dois partidos, mas o que saiu dela foi a ilustração de uma célebre máxima dita aos jornalistas por Jerónimo de Sousa, anos antes, quando comitivas dos dois partidos estiveram frente a frente (na altura o BE era liderado por Francisco Louçã).

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