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Falta de bilhetes nos transportes de Lisboa só fica resolvida no fim do ano

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BILHETES. Máquinas automáticas não têm cartões novos para venda, apenas permitem revalidar

antónio bernardo

Há duas semanas que os passageiros têm grandes dificuldades em comprar bilhetes nas máquinas de venda automática, à semelhança do que ocorreu no Porto este verão. Ninguém assume a responsabilidade pela falta de cartões Viva Viagem. Dependência de um único fornecedor na origem do problema

Neste momento não é possível a venda do cartão Sete Colinas. Desculpe o incómodo.” A mensagem vai aparecendo nas várias máquinas de venda automática que se encontram nas paragens de metro de Lisboa. Cais do Sodré, Parque, Marquês do Pombal foram as paragens por onde o Expresso passou na manhã desta quarta-feira e em todas as máquinas obteve a mesma resposta: é impossível obter um cartão Viva Viagem ou Sete Colinas (o cartão tem as duas designações). Quem quer comprar um tem de fazê-lo à moda antiga - nas bilheteiras (quando as há).

No Cais e no Marquês, uma dúzia de pessoas fazem fila à frente das bilheteiras. De mala de viagem na mão, Laurinda Barata é uma delas. “Não sabia que não era possível comprar bilhetes nas máquinas”, diz, justificando com o facto de não utilizar diariamente o metro, por viver na Parede. Mas acaba por recordar que, “há uns dias”, foi confrontada com o mesmo problema no Alto dos Moinhos. “E aí não havia bilheteira, tive de falar com um funcionário através do intercomunicador.” O mesmo na Praça de Espanha: nas máquinas não conseguia comprar um cartão, o que a obrigou “a ir à outra ponta da estação” para encontrar uma bilheteira aberta.

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