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“Vamos ter 6000 táxis em Lisboa. Trazem mantas para prolongar a manifestação durante a noite”

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rui duarte silva

Uber e Cabify ganham licença para operar a partir de novembro. Presidente da Federação Portuguesa do Táxi, Carlos Ramos, anuncia contornos de megamanifestação marcada para 10 de outubro. E acusa o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, de fazer um fato à medida da Uber

O protesto dos taxistas, marcado para 10 de outubro (segunda-feira) - com concentração no Parque das Nações, de onde seguem para a Assembleia da República -, “não está pensado para ocorrer durante uma parte do dia, de manhã ou à tarde, mas para durar o tempo que for preciso”. “Por isso, apelamos para que os nossos colegas tragam uma manta para poderem passar a noite em Lisboa, se for necessário.”

Quem o diz é o presidente da Federação Portuguesa do Táxi (FPT), Carlos Simões Ramos. “Queremos que 50% dos 12 mil táxis licenciados em Portugal acorram ao protesto marcado para Lisboa e acreditamos que vamos ter 6000 carros a participar na manifestação de 10 de outubro”, diz o líder associativo.

“O que o Governo está a fazer não salvaguarda a atividade profissional de taxista, favorecendo a organização da Uber, que é um gigante comparado connosco, financiado por uma grande empresa financeira, que é a Goldman Sachs, que consegue praticamente tudo o que propõe”, acusa Carlos Ramos.

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