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PCP perde militantes e agrava contas

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ana baião

Os primeiros documentos do Congresso comunista estão aí. O PCP faz o balanço político dos últimos quatro anos, mas não só. Presta contas da situação interna e assume que o partido perdeu mais de seis mil militantes, que só 43% pagam quotas e ainda que o resultado financeiro (antes de receitas extraordinárias) entre 2012 a 2015 foi em média de menos 1 milhão e 82 mil euros

São 102 páginas das teses, que formam a base da resolução política a discutir no próximo Congresso do PCP, marcado para dezembro, em Almada. Ao longo de todo o texto é dos últimos quatro anos (que constituem o espaço de tempo entre as reuniões magnas do partido) que se fala. Sobretudo para mostrar como a página da austeridade, do “pacto de agressão“ e da “política de direita” foram ultrapassadas, num novo quadro político que, apesar de ainda “insuficiente” tem a vantagem de contar com o apoio do PCP.

O antes e o depois das últimas Legislativas, que permitiram a chegada ao poder do “governo minoritário do PS” com o contributo do PCP, é a parte mais substancial do documento. Como de costume em qualquer partido, o Congresso serve para explicar aos militantes as principais decisões que a direção tomou e o estado do país e do mundo que as justificaram.

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