Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Os 6 maiores riscos para a economia portuguesa, segundo o FMI

  • 333

AVISOS A instituição liderada por Christine Lagarde já está pouco otimista em relação a Portugal e admite que, se os riscos se concretizarem, a situação ainda pode ser pior

afp

Confiança dos investidores, bancos, Brexit ou preços do petróleo são alguns dos factores que poderão complicar a vida à economia portuguesa nos próximos tempos. Para todos eles, a receita é: o melhor é prevenir do que remediar

Não se trata da aplicação à letra da célebre lei de Murphy – “tudo o que pode acontecer mal, acontecerá” – mas apenas um exercício que o Fundo Monetário Internacional faz sempre quando avança com previsões: quais são os riscos. E são vários na perspetiva dos homens de Washington. O Produto Interno Bruto (PIB) está a perder gás e as coisas ainda podem correr pior do que o esperado. Tudo dependerá de diversas variáveis, muitas das quais não estão nas mãos do governo ou sequer dos portugueses.

No relatório da avaliação pós-programa e da consulta anual ao abrigo IV, hoje divulgado em Wasghinton, o Fundo não só aponta para uma travagem no crescimento económico este ano – para 1% depois de 1,5% em 2015 – como elenca ainda vários riscos para Portugal. São seis as ameaças com diferentes probabilidades (baixa até 10%; média entre 10% e 30% e alta entre 30% e 50%) e impacto esperado na economia nacional e para as quais o FMI deixa algumas recomendações de resposta adequada da política económica.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)

  • O FMI considera-o indispensável para garantir pagamento antecipado do empréstimo face à vulnerabilidade da dívida portuguesa e aos riscos de alteração súbita no sentimento dos mercados

  • A injeção em Portugal de cerca de €44 mil milhões pelo Banco Central Europeu, o equivalente a mais um meio resgate, beneficiou a gestão da dívida pública e o consumo das famílias. Efeito no crescimento económico foi marginal e ajustamento emagreceu, diz estudo do FMI divulgado esta quinta-feira