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O dia de alívio no BPI

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JOSÉ COELHO / LUSA

Acabou um calvário que durou dois anos. Resta agora saber se o BPI se vai lançar sobre o Novo Banco. Santos Silva diz que sim

Finalmente há desblindagem dos estatutos no BPI. À terceira assembleia geral foi de vez - caíram as barreiras que impediam os espanhóis do Caixabank de avançar com uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre o banco fundado por Artur Santos Silva, a 1,113 euros por ação. Isabel dos Santos e o grupo Violas enterraram o machado de guerra. E está aberto o caminho para que os espanhóis passem a controlar efetivamente o quarto maior banco português.

A OPA torna-se obrigatória e é provável que haja um ajustamento para cima no preço.

Os acionistas do BPI aprovaram esta quarta-feira, em Serralves, a desblindagem dos estatutos, terminando com o limite do uso de voto a 20% do capital - a um voto passa a corresponder uma ação.

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