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Acordo de paz à vista no BPI?

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FOTO RUI DUARTE SILVA.

Esta terça-feira houve uma reunião extraordinária do conselho de administração do BPI para tentar desatar o nó da desblindagem dos estatutos do banco, soube o Expresso

A assembleia geral do BPI agendada para as 10h desta quarta-feira vai finalmente votar a desblindagem dos estatutos do banco presidido por Fernando Ulrich. É um passo fundamental para que a oferta pública de aquisição (OPA) do CaixaBank sobre o BPI avance. Existem duas propostas em cima da mesa: a do conselho de administração do banco, que prevê a aprovação da desblindagem dos estatutos com apenas 66% dos votos dos acionistas; e outra, a do grupo Violas, em que a desblindagem só é aprovado se tiver 75% dos votos a favor.

A proposta do conselho de administração foi objeto de uma providência cautelar, interposta pelo grupo Violas, o maior acionista português do BPI, com 2,7% do capital. Foi esta providência cautelar que levou ao adiamento da assembleia geral de 22 de julho e de 6 de setembro. É a última tentativa para se saber o que querem afinal os acionistas do BPI sobre o controlo do Caixabank, que tem já cerca de 45% do capital e é maior acionista. O segundo é a Santoro, de Isabel dos Santos, com 18,6%.

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