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Marcelo, “de mãos livres”, contra imposto sobre património

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josé carlos carvalho

Marcelo está tranquilo com o OE (e o défice) de 2016. Mas está menos tranquilo com o de 2017. Antes de partir para Nova Iorque, avisou António Costa que é preciso “resistir a afugentar investimento”. O Presidente acha um erro o imposto sobre o património

O Presidente da República (PR) acha um erro o Governo querer taxar o património nos termos em que o novo imposto foi anunciado pelo Bloco de Esquerda. Antes de chegar a Nova Yorque para a Assembleia Geral da ONU, Marcelo Rebelo de Sousa deixou dois avisos a António Costa.

Primeiro, que é “um erro” avançar com medidas “aparentemente sedutoras para o rigor ou emblemáticas para preocupação social” mas que “afugentem investimento”; segundo, que “nesta fase” o Presidente não deve comentar nada sobre o próximo Orçamento do Estado (OE) “para estar de mãos livres” na hora de “analisar” o documento.

Ao que o Expresso apurou, depois de ter assumido publicamente estar tranquilo com a execução orçamental deste ano - “as Finanças estão controladas”, afirmou o PR há 15 dias -, Marcelo Rebelo de Sousa está menos tranquilo com o Orçamento para o próximo ano. Em declarações ao Expresso, Marcelo já disse que a primeira das suas três grandes prioridades para 2017 é ter um OE aprovado no Parlamento e “com luz verde de Bruxelas”.

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