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Santana Lopes é o preferido para enfrentar Medina

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O MELHOR. Santana Lopes surge destacadíssimo na sondagem como hipótese para Lisboa

luís barra

Na sondagem de setembro da Eurosondagem para o Expresso e a SIC, interrogámos os portugueses sobre quem seria o melhor candidato que a direita podia apresentar contra Fernando Medina. O provedor da Santa Casa venceu, destacado, a votação

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

Mais de metade dos inquiridos (56,3%) no estudo de opinião da Eurosondagem para o Expresso e SIC consideram que Pedro Santana Lopes é o melhor candidato que a direita podia apresentar para enfrentar Fernando Medina nas autárquicas do próximo ano.

Feita nos dias imediatamente antes e depois ao anúncio da candidatura de Assunção Cristas à presidência da Câmara de Lisboa, a sondagem dá à líder do CDS o segundo lugar nas preferências, mas a larga distância: só 13,2% a referem como a que tem mais hipóteses de derrotar o atual edil.

Jorge Moreira da Silva e José Eduardo Martins, outros destacados sociais-democratas de quem se tem falado como hipóteses para Lisboa, surgem no fim do rol – referidos por 6,7% e 4,8% dos inquiridos, respetivamente.

Ficha técnica
Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 7 a 14 de setembro de 2016. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte (20,0%) — A.M. do Porto (13,6%); Centro (29,7%) — A.M. de Lisboa (26,7%) e Sul (10,0%), num total de 1009 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1196 tentativas de entrevistas e, destas, 187 (15,6%) não aceitaram colaborar neste estudo. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma resultou, em termos de sexo: feminino — 51,6%; masculino — 48,4% e no que concerne à faixa etária dos 18 aos 30 anos — 16,7%; dos 31 aos 59 — 51,5%; com 60 anos ou mais — 31,8%. O erro máximo da amostra é de 3,08%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

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