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Novo imposto sobre o património: o que ganha o Estado com isto?

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ana baião

Novo imposto sobre patrimónios imobiliários de valor mais elevado vai avançar no Orçamento do Estado de 2017. BE e Governo já chegaram a acordo. PCP concorda. Receita poderá atingir entre 100 milhões a 200 milhões de euros. Mas representantes do sector da construção e do imobiliário alertam: o impacto no investimento em Portugal poderá ser muito superior a isso

Não se conhecem ainda quais serão as taxas concretas a aplicar e os volumes de património imobiliário sobre os quais essas taxas irão incidir, mas a criação de um novo imposto para os proprietários mais ricos vai mesmo avançar.

Mas no meio destas indefinições, quem vive por dentro o sector do imobiliário formou já uma certeza: o impacto na paragem do investimento nesta área de atividade “vai ser muito superior à receita fiscal estimada (entre €100 a €200 milhões) pelo novo imposto sobre o património agora anunciado pelo Bloco de Esquerda”, conclui Reis Campos, presidente CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário.

O novo imposto foi avançado na edição desta quinta-feira do “Negócios” e apresentado como fruto de um acordo entre o BE e o Governo, no âmbito de um dos vários grupos de trabalho criados depois da formação do executivo liderado por António Costa.

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