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Associação sindical defende Carlos Alexandre: “Não estava a pensar em Sócrates”

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CARLOS ALEXANDRE. Expresso publica este sábado grande entrevista ao superjuiz

marcos borga

Manuela Paupério diz que os juízes são “pessoas do mundo” e nada as impede de falar com a comunicação social. Este sábado, o Expresso publica uma grande entrevista com Carlos Alexandre

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Editor de Sociedade

A presidente da Associação Sindical dos Juízes portugueses está no cargo há menos de um mês e já tem de lidar com as ondas de choque causadas por uma entrevista ao sócio mais conhecido do país, Carlos Alexandre, que afirmou não ter “amigos pródigos” e que por isso tem “de trabalhar” para fazer face “aos encargos”. No próximo sábado, o Expresso vai publicar uma grande entrevista com o juiz de instrução do caso Marquês e do processo BES e Manuela Paupério defende que Carlos Alexandre não está a cometer qualquer ilícito: “O juiz tem o dever de reserva, não pode falar de casos em concreto, mas não deixa de ser uma pessoa do mundo, não está impedido de dar entrevistas ou de participar em rodas de opinião. É uma questão de liberdade”.

Na sequência da entrevista, João Araújo e Pedro Delille, a dupla de advogados que defende José Sócrates, entregou no Tribunal da Relação um pedido de recusa do juiz, pondo em em causa a sua imparcialidade. Tudo por causa da frase sobre amigos pródigos. “Não creio que o colega estivesse a pensar em Sócrates”, defende Manuela Paupério. “Não previu, mas devia ter previsto as consequências.”

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