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Outono chega à dívida portuguesa

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FINANCIAMENTO. O ministro das Finanças, Mário Centeno, prepara um OE para 2017 condicionado pelo esfriar da situação da dívida portuguesa no mercado

luis barra

As condições de financiamento de Portugal estão a deteriorar-se a olhos vistos. Apesar de as taxas de juro da dívida portuguesa continuarem próximas de mínimos históricos a confiança dos investidores arrefeceu

Não há uma sem duas, nem duas sem três. Se o ditado se poderá aplicar aos resgates financeiros não se sabe. Mas a especulação de que Portugal poderá vir a precisar de um segundo programa de ajuda financeira tem estado no ar e trouxe uma massa de ar frio que esta quarta-feira arrefeceu o leilão de dívida do país.

Mas enquanto houver programa de compras de ativos do Banco Central Europeu (BCE) a dar suporte ao mercado, a situação não deverá deteriorar-se muito mais, dizem os analistas.
“É verdade que existe uma clara deterioração das condições de financiamento por comparação a 2015, as taxas verificadas são bastante inferiores àquelas que seriam observadas caso o programa do BCE já tivesse sido extinto”, afirma Pedro Ricardo Santos, gestor da XTB numa análise.

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