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Centeno combate cenário que Moody’s considera improvável e Bruxelas não comenta

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PRESSÃO. ministro das Finanças assegurou estar a fazer tudo para evitar um segundo resgate. E, com isso, colocou o tema no centro do debate político

marcos borga

Para agências de rating e analistas, o cenário de um segundo resgate não é o mais provável neste momento. Portugal tem o financiamento do ano praticamente assegurado, tem uma almofada de liquidez e vive sob a capa protetora do Banco Central Europeu

Há coisas sobre as quais ninguém gosta de falar. Um segundo resgate num país que já viveu três e sobre o qual vão frequentemente surgindo análises pouco abonatórias é uma dessas coisas. Mas, para tentar convencer os investidores que tudo vai bem em Portugal, Mário Centeno preferiu garantir que está a fazer tudo para evitar o tão temido segundo resgate. Numa entrevista à CNBC, o ministro das Finanças admitiu, assim, que é um cenário possível. Algo que até agências de rating consideram improvável e que para a Comissão Europeia não merece comentário.

“O risco é baixo, na nossa perspetiva”, diz a Moody’s numa análise sobre a situação orçamental portuguesa divulgada esta terça-feira de tarde. E justifica a sua leitura: “A posição de financiamento do Estado é confortável. Embora esperemos que as metas orçamentais continuem a ser falhadas, o saldo orçamental irá provavelmente estabilizar abaixo dos 3%, um melhor desempenho que em vários outros países da zona euro”.

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