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Mortes nos Comandos levam generais a acusar anterior Governo

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INQUÉRITO. Dois formandos do 127º curso dos Comandos morreram na última semana. O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária Militar e pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa

GONÇALO ROSA DA SILVA

Os generais do Exército Carlos Branco e Formeiro Monteiro criticam abertamente o anterior Governo por ter “desconstruído” o Hospital das Forças Armadas. E dizem que os graves incidentes no 127.º curso dos Comandos, que resultaram em dois mortos e quatro hospitalizações, demonstram que este hospital não tem hoje capacidade para tratar os feridos graves

Carlos Abreu

Jornalista

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

As mortes dos militares Hugo Abreu e Dylan Araújo da Silva e a hospitalização de outros quatro formandos do 127º curso dos Comandos, na última semana, levaram dois generais do Exército a escrever publicamente sobre o tema: Carlos Branco, ex-instrutor do curso, publicou um texto este domingo no blogue “Cortar a Direito” e Joaquim Formeiro Monteiro enviou na última quinta-feira uma mensagem para os oficiais das Forças Armadas, que só agora foi tornada pública.

Ambos os oficiais, na reserva, criticam abertamente o anterior ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, pela “desconstrução” do Hospital das Forças Armadas (HFAR), o que terá contribuído, em sua opinião, para tornar este caso ainda mais gravoso.

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