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João Oliveira (PCP): “Os nossos compromissos continuam a ser opostos aos do PS”

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marcos borga

O líder da bancada parlamentar do PCP, João Oliveira, marca as distâncias em relação aos socialistas. Em vésperas do arranque das negociações do próximo Orçamento de Estado, os comunistas deixam claro que não abdicam da sua identidade e que continuam a ter “divergências profundas” com o PS. Prognósticos para o próximo OE, só mesmo no fim do jogo negocial.

Regressado de férias, o líder da bancada do PCP passa em revista as medidas que os comunistas querem ver refletidas no próximo Orçamento de Estado. O aumento do salário mínimo nacional para os 600 euros, a partir de janeiro, a valorização das pensões, em pelo menos, 10 euros mensais, ou a atualização do Indexante de Apoios Sociais são algumas das propostas que, à partida, não têm acordo garantido com os socialistas.

João Oliveira sabe que há um acordo, mas também espera que, tal como aconteceu no ano passado, as negociações do OE possam ir para além do documento assinado entre PCP e PS, que permitiu viabilizar o Governo de António Costa e fazer aprovar as contas do Estado para este ano.

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