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Cristas e Passos ao ataque, Jerónimo à defesa: recomeçou o campeonato (político)

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carlos barroso/lusa

O fim de semana foi fértil em discursos políticos. Assunção Cristas e Passos Coelho falaram (quase ao mesmo tempo) no encerramento das universidades de verão de CDS e PSD; Jerónimo subiu ao palco da Festa do Avante e deu uma no cravo e outra na ferradura. As críticas, propostas e alertas do novo ano político

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

O PSD já teve a sua rentrée, há quinze dias, no Pontal, mas Passos Coelho foi até Castelo de Vide, ao final da Universidade de Verão do partido, reiterar a sua linha discursiva.

CRÍTICAS

À “solução governativa”, pois claro. O líder social-democrata nunca usa a palavra “geringonça” mas não se coíbe de criticar o entendimento entre PS, BE e PCP que, tem a firme convicção, está condenado “ao fiasco e ao fracasso”. O problema, diz, está na ausência de capacidade reformadora: “Se tiverem de reformar alguma coisa desentendem-se todos”. Repetiu o que já tinha dito no Pontal: “Esta solução de Governo está esgotada, concentra-se no curto prazo, no imobilismo”.

PROPOSTAS

À primeira vista, nenhumas. Passos limitou-se a reafirmar (com os olhos postos no Orçamento do Estado para 2017) que o PSD “não será cúmplice de uma solução em que o país tenha de passar por novos sacrifícios”. Voltou a referir a necessidade de reformas na saúde, na educação e na segurança social, com referências ainda à necessidade de Portugal olhar para fora de si próprio e captar investidores, sem os discriminar (dividir “entre filhos e enteados”).

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