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Os fósseis que abrem a porta a estudos sobre a existência de vida noutros planetas

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DESCOBERTA. As rochas de Isua, no sudoeste da Groenlândia, onde foram encontrados os fósseis

d.r.

Cientistas descobriram na Gronelândia fósseis com 3.700 milhões de anos. O achado indica que existiam organismos vivos na Terra 220 milhões de anos antes do estimado até aqui. E abre a porta para estudos sobre a existência de vida noutros planetas

Carla Tomás

Carla Tomás

Jornalista

A vida na Terra pode ter começado há mais de 3.700 milhões de anos, quando o planeta estava envolto em intensa atividade vulcânica e era bombardeado constantemente por meteoritos. Esta hipótese começa a ganhar força com a recente descoberta de fósseis que evidenciam a existência de microrganismos vivos 220 milhões de anos antes do que se pensava.

O estudo, publicado esta semana na revista “Nature”, descreve os pequenos sedimentos com várias formas e comprimentos (de 1 a 4 centímetros) encontrados em Isua Greenstone Belt, na Gronelândia. Até este verão estavam enterrados sob uma espessa camada de neve da calote polar, rodeados de rochas que terão permanecido no fundo de um mar raso, junto à costa.

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