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O telemóvel mais sexy tem um problema literalmente explosivo

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reuters

É um dos casos que marcou esta sexta-feira: a Samsung suspendeu as vendas do Galaxy Note7, hiperelogiado até aqui pelos sites da especialidade, porque há baterias a explodir enquanto carregam. Como é que isto é possível? E conseguirá a Samsung dar segunda vida a um dos mais poderosos phablets do mercado?

Não é todos os dias que se consegue o título de “telemóvel de grande ecrã mais sexy de todos os tempos” no prestigiado site Cnet – e também não é todos os dias que se fica com a fama de telemóvel mais explosivo dos últimos tempos. O Galaxy Note7 passou de um título ao outro em duas semanas. E, compreensivelmente, o humor da Samsung variou na mesma medida.

O que, à primeira vista, parecia uma comédia romântica de domingo à tarde em que todos acabam felizes para todo o sempre (menos os fãs de iPhones e da Apple) pode tornar-se agora um filme de terror a que apenas os fãs de iPhones e da Apple poderão achar piada.

Aos primeiros anúncios esfusiantes que, a meados de agosto, davam conta de que este phablet desenhado para profissionais e utilizadores intensivos tinha esgotado ainda no período de “pré-vendas” em Portugal, seguiram-se os comunicados de tom grave que confirmam a suspensão de vendas e a recolha de terminais a nível global, depois do registo de 35 casos de telemóveis derretidos em três países.

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