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Novo pacto da Justiça arranca com 14 anos de atraso

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IMPULSO. O Presidente da República quer que o pacto da Justiça veja finalmente a luz do dia

tiago miranda

Catorze anos após José Miguel Júdice ter lançado o desafio, o Presidente da República veio nesta quinta-feira reabrir a discussão sobre um pacto da Justiça, sector que deve ser “uma prioridade política duradoura”. Para Marcelo terá de haver “um denominador mínimo nos parceiros sociais [da Justiça], antes de chegar aos partidos políticos”

Lusa

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Tiago Miranda

Tiago Miranda

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Há um “paradoxo” na forma com os portugueses olham para Justiça, disse o Presidente da República, nesta quinta-feira, na sessão solene de abertura do ano judicial. Por um lado, sentem os “efeitos” do mau funcionamento do sector; mas por outro, “recusam conferir” ao assunto “uma prioridade política”.

É com a ideia de alterar este estado de coisas que o chefe de Estado pautou o seu discurso. Marcelo quer um “pacto da Justiça” e lançou o desafio tanto aos diversos agentes judiciários presentes na cerimónia (realizada no Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa) como aos partidos políticos que assistiam à sessão, assim como ao Governo.

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