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O homem das invasões: “A força do porrete não vai parar a contestação social”

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LÍDER. Rosto da contestação social brasileira, Guilherme Boulos promete manter a insatisfação nas ruas

reuters

Licenciado em Filosofia, filho de um dos mais respeitados infectologistas brasileiros, Guilherme Boulos abandonou o conforto da classe média para tornar-se um dos principais rostos da contestação social no Brasil. É o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, o homem das invasões e das manifestações. No dia em que Dilma Rousseff discursou no Senado para se defender do processo de impeachment, Boulos estava ao lado de Lula da Silva e de Chico Buarque. Falou com o Expresso

Guilherme Boulos é o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), vive em São Paulo, mas com frequência é visto à frente das manifestações cariocas de oposição ao governo de Michel Temer. Acredita que o Brasil vive um “momento no enfrentamento”, um “estado de indignação que antecede o surgimento de algo novo, que ainda não se sabe exatamente o que será”. Boulos avisa que a violência policial está a aumentar porque este é “um Governo que não foi eleito e que, por isso, não tem de prestar contas a ninguém”.

Em entrevista telefónica ao Expresso, minutos antes de começar a votação do processo de impeachment de Dilma Rousseff no congresso brasileiro, Guilherme Boulos sinalizou quais serão os próximos passos da contestação brasileira.

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