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PIB, PIB, hurra? Talvez sim, talvez não

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AMEAÇA. O andamento da economia está aquém do previsto por Mário Centeno que, ainda assim, assegura que não vai adotar medidas adiconais e que o Retificativo apenas servirá para recapitalizar a CGD

luís barra

O INE pode rever esta quarta-feira em alta o crescimento da economia portuguesa no segundo trimestre. Uma décima pode ser suficiente para inverter a tendência negativa mas não justifica que se comecem a lançar foguetes. A este ritmo, nem a 1% chega no final do ano

Amanhã de manhã os olhos vão estar postos no Instituto Nacional de Estatística (INE) que vai divulgar as contas nacionais trimestrais do segundo trimestre do ano. Em linguagem mais simples, vai revelar quanto cresceu a economia entre abril e junho numa altura em que têm surgido várias críticas – da oposição essencialmente – sobre o falhanço do modelo de crescimento do governo.

A grande questão é se, afinal, o Produto Interno Bruto (PIB) está a acelerar ou a perder gás? A estimativa rápida do INE, publicada a 12 de agosto, apontava para uma desaceleração do crescimento homólogo – de 0,9% para 0,8% - e uma manutenção do crescimento em cadeia (face ao trimestre anterior) em 0,2%.

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  • Confiança dos consumidores volta a cair em agosto. Clima económico melhora

    Indicador de confiança dos consumidores piorou em agosto pelo terceiro mês consecutivo, devido “ao contributo negativo das perspetivas relativas à evolução da situação económica do país, da situação financeira do agregado familiar e do desemprego”, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE). Já o clima económico manteve a subida iniciada em julho