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CDS avança com fim de isenção aos partidos se a Igreja pagar mais IMI

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SEDE DO CDS. Edifício no Largo do Caldas, em Lisboa, é arrendado ao patriarcado

josé caria

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Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

Se o Governo puser a Igreja a pagar mais IMI, o CDS apresenta no Parlamento uma proposta para também acabar com a isenção daquele imposto aos partidos e sindicatos. Os centristas aguardam para ver como fica a situação da Igreja, que Assunção Cristas considera estar a ser alvo de “cegueira ideológica” do Governo. Mas o líder parlamentar do partido admite, em declarações ao Expresso, que se a Igreja vir o seu património tributado, o CDS avança com um projeto de lei ou altera as regras no âmbito do próximo Orçamento do Estado.

“O CDS tem três hipótese para o fazer. Ou aproveita a apreciação parlamentar que tem agendada para setembro sobre o IMI (concretamente sobre o decreto do Governo que quer agravar a tributação das casas com sol) e avança com propostas de alteração à tributação dos partidos. Ou apresenta um projeto de lei autónomo. Ou muda as regras em sede de Orçamento do Estado”, afirma Nuno Magalhães ao Expresso.

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