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As missões espinhosas de Domingues na Caixa

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Encolher o banco dentro e fora de portas, limpar do balanço o que resta dos créditos tóxicos e preparar a emissão de dívida subordinada no valor de mil milhões de euros são as tarefas hérculeas que o novo presidente da Caixa tem pela frente. É um plano de reestruturação agressivo. Sair de Espanha é uma hipótese

d.r.

Os primeiros obstáculos ao futuro do banco público estão ultrapassados. Há mais pela frente e não são pequenos. O governo tem autorização de Bruxelas para avançar com a recapitalização da Caixa Geral de Depósitos sem que seja considerada ajuda de Estado (evitando um resgate aos obrigacionista e depositantes do banco). Houve uma flexibilização das regras. E, finalmente, a nova administração, liderada pelo ex-vice-presidente do BPI, António Domingues, vai tomar posse. Há um respirar de alívio, num processo que se arrastou durante meses, com muita polémica à mistura e alguma resistência da Direção Geral da Concorrência (DG Comp) e do Banco Central Europeu (BCE).

A recapitalização será de 5,160 mil milhões de euros, sendo que deste montante 2,7 mil milhões de euros é dinheiro fresco, ou seja, injeção de capital direta colocada pelo Estado.

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