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O fim do sofrimento, da dor e da tragédia da guerra. Talvez o início do perdão

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reuters

Foi meio século de guerra fratricida: morreram perto de 220.000 pessoas e mais de seis milhões de colombianos são hoje refugiados internos. O acordo de paz entre o governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) foi assinado esta quarta-feira em Havana, Cuba, mas a população ainda terá de o validar num referendo. É um dia histórico mas há uma estrada enorme no caminho até à reintegração dos militares. Falta também perdoá-los

Agora é sarar as feridas. As de sangue, que são as que chegam a desaparecer, se calhar até já nem doem tanto - o cessar-fogo aconteceu em Junho - mas o corte fundo que dividiu a Colômbia durante mais de 50 anos de guerra civil não é feito nem de tendões nem de músculos mas da amargura própria de quem luta contra os seus.

O governo colombiano de Juan Manuel Santos assinou esta quarta-feira, em Havana, Cuba, um acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) depois de quatro anos de conturbadas negociações. Acabou a guerra guerrilheira mais longa do continente americano - inicia-se um processo de recuperação que se prevê igualmente extenuante.

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