Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Falta de apresentação de documentos deixa Fundação Ricardo Espírito Santo sem apoio estatal

  • 333

ARTE. Museu de Artes Decorativas criado a partir da coleção de Ricardo Espírito Santo Silva é o rosto da Fundação, em conjunto com as oficinas de conservação e restauro

NUNO BOTELHO

Com o relatório de contas e plano de atividades por entregar, a Fundação Ricardo Espírito Santo Silva está desde janeiro sem receber a comparticipação do Estado que lhe é devida

O Estado já pôs em dia as comparticipações financeiras que devia às fundações de caráter cultural desde janeiro. Só a Fundação Ricardo Espírito Santo Silva (FRESS) ficou sem receber as tranches a que tem direito por falta de apresentação de documentos que a lei obriga a que sejam entregues junto do Ministério da Cultura e do Fundo de Fomento, via através da qual a FRESS recebe todos os anos 140 mil euros.

“Não é que não haja dinheiro, o problema é que sem a apresentação da documentação a fundação não pode receber e nós não podemos efetuar as transferências”, diz ao Expresso fonte oficial do gabinete do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes. Em falta estão nomeadamente o relatório de contas e o plano de atividades da FRESS, que desde janeiro o Ministério aguarda receber. O Expresso contactou a presidente do conselho de administração da fundação, Conceição Amaral, mas não foi possível obter qualquer esclarecimento até à hora de fecho desta edição.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)