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Se os mercados falam através juros, o que dizem de nós não é bom

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PRESSÃO. António Costa e Mário Centeno têm pela frente dois meses de nervosismo dos juros nos mercados financeiros

Taxa de juro da dívida portuguesa atingiu hoje um pico do mês de agosto. A subida inverteu-se, mas o stresse permanece e pode afetar o próximo leilão de obrigações. Os dados recentes do INE e do Banco de Portugal sobre o crescimento e a dívida introduziram um sentimento pessimista

Os juros da dívida portuguesa a 10 anos têm registado momentos de ‘nervosismo’ nas últimas cinco sessões, com flutuações acima do limiar dos 3%. O stresse poderá ter impacto no próximo leilão de obrigações, que se espera que ainda ocorra até final do mês.

Os juros estão abaixo dos verificados na crise de 11 de fevereiro, quando atingiu mais de 4%, ou no movimento de contágio do Brexit, em junho, com níveis próximos de 3,5%, mas revelam um stresse sobre a dívida portuguesa motivado pela perceção negativa que parece estar a consolidar-se entre os analistas e os investidores financeiros sobre o andamento da economia portuguesa.

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