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Ainda há crianças sem escola atribuída a três semanas do início das aulas

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MATRÍCULAS. Estado é obrigado a garantir um lugar na rede pública a crianças a partir dos quatro anos. Mas faltam vagas para cumprir medida

Ministério da Educação garante que todas as crianças a partir dos quatro anos terão lugar numa escola pública, mas ainda há alunos do pré-escolar e primeiro ciclo sem vaga. Situação arrasta-se desde o início do mês e pais recusam-se a aceitar qualquer opção

Núria, Carolina e Mariana têm, desde este verão, uma coisa em comum: todas quiseram inscrever os filhos de seis anos no 1º ciclo do ensino básico, no agrupamento de escolas D. Filipa de Lencastre, em Lisboa. E nenhuma o conseguiu — nem que estes ficassem colocados na primeira opção, nem na segunda, terceira ou qualquer uma das outras que tinham escolhido.

Mas enquanto Mariana Cunha já foi contactada pela Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (Dgeste) na semana passada e lhe apresentaram um estabelecimento de ensino alternativo, Núria e Carolina ainda não sabem — a três semanas do início do ano letivo — em que agrupamento de escolas os seus filhos irão ser colocados.

“Liguei para a Dgeste [esta segunda-feira] e a minha filha ainda não tinha tido colocação”, conta ao Expresso Carolina Louro. “Disseram-me que a única pessoa que neste momento trata das colocações foi trabalhar para casa, porque não conseguia estar sempre a atender telefonemas. Como é que isto é possível?”

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