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Em Paredes de Coura, Deus está nos pormenores

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rita carmo/blitz

Ao segundo dia, conforme as escrituras, o Sol brilha em força e ilumina os aspetos mais singulares deste festival

Lia Pereira

Lia Pereira

Texto

Jornalista

Rita Carmo

Rita Carmo

Fotos

Fotojornalista

Ainda que muitos festivaleiros tenham assentado arraiais no campismo há coisa de uma semana, Paredes de Coura, o festival, começou oficialmente esta quarta-feira, com o dia informalmente conhecido como de receção ao campista.

Com a relva alta e muitos molhos de hortelã a perfumar o anfiteatro natural, as honras de abertura couberam aos We Trust, de André Tentugal, que aqui apresentaram a curiosa junção de esforços com uma orquestra de jovens da região. Coura All Stars, intitularam-se os garotos que, munidos de instrumentos de sopro e cordas, deram às canções do portuense uma ambição que o autor nunca escondeu ter para elas. O concerto seria especial, porém, por outra razão: mais perto do final, Tentugal (que sim, aqui é mesmo sem acento) anunciou o final da banda pela qual gravou dois discos. É tempo de parar por uns tempos, disse.

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