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Um amor chamado Paredes du Coeur

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rita carmo

O festival do Alto Minho começa esta quarta-feira, na vila do mesmo nome, mas dura um ano no coração dos seus acólitos. Perceba porque é que este é um festival diferente de todos os outros

Lia Pereira

Lia Pereira

Texto

Jornalista

Rita Carmo

Rita Carmo

Fotos

Fotojornalista

A primeira vez que fui até Paredes de Coura ainda não trabalhava, o que significa que foi o puro prazer que me levou a subir até ao cocuruto de Portugal para uma noite de excelência e, sobretudo, de ecletismo musical. Aos Mr. Bungle, banda que, com o maravilhoso “California” ainda fresco, me levou a comprar bilhete e fazer a viagem, juntavam-se os excêntricos Flaming Lips, então em estreia no nosso país, a violenta prata da casa dos bracarenses Mão Morta e uns tais Coldplay, que panfletos distribuídos no recinto garantiam ser número 1 em Inglaterra.

Os courenses – de nascença e adoção, como o são todos os que, por estes dias, rumam ao Alto Minho – receberam-no como a todos os outros, ou seja, com uma pratada de exigência & carinho em iguais doses.

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