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Pós-troika: mais poder de compra e menos desigualdades?

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EMPREGO. Número de desempregados em Portugal está a cair

tiago miranda

O rendimento médio de quem trabalha por conta de outrem subiu nos últimos dois anos acima da inflação e o fosso salarial entre homens e mulheres esbateu-se. Ao mesmo tempo, há menos gente a ganhar menos de 600 euros e mais trabalhadores em escalões intermédios, revelam dados do INE

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

Após três anos de troika, o mercado de trabalho em Portugal sofreu algumas alterações. Já depois da intervenção externa no país, o salário mínimo subiu e também os rendimentos médios tiveram uma melhoria. Houve uma subida de 4,5% em dois anos, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Ou cerca de 3,2% em termos reais (descontando a inflação entretanto verificada).

Os números do INE mostram que no segundo trimestre de 2011 o rendimento médio mensal líquido dos trabalhadores por contra de outrem em Portugal era de 811 euros (894 euros nos homens e 732 euros entre as mulheres). Esse valor teve recuos e avanços durante o período de assistência financeira. No primeiro trimestre de 2014, imediatamente antes da saída da troika (maio de 2014), o rendimento líquido médio no país situava-se em 802 euros por mês. Nos dois anos seguintes o valor foi crescendo, atingindo em junho último os 838 euros mensais (913 euros para os homens e 769 euros para as mulheres).

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