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Porque arde Portugal? “Não podemos criar um dispositivo para o anormal”

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NATUREZA As florestas portuguesas são das mais afetadas pelos fogos de verão e o problema não tem fim à vista

Porque sentimos sempre que falhamos na prevenção? O presidente do Centro de Estudos e Intervenção em Proteção Civil e o presidente da Liga dos Bombeiros refletem sobre as causas, apontam as insuficiências e identificam as soluções. E este é um artigo sem fotos de incêndios, virado para o que mais interessa: como preservar o Portugal verde

João Miguel Salvador

João Miguel Salvador

Texto

Jornalista

João Carlos Santos

João Carlos Santos

Fotografias

Fotojornalista

O tema dos incêndios abre os principais espaços noticiosos sempre que as chamas começam a atacar com maior intensidade e nem sempre é fácil encontrar informação sobre os bastidores, sobre aquilo que realmente se passa. As dificuldades são muitas, as populações sofrem e os bombeiros aguentam, mas haverá forma de pôr um ponto final a este flagelo anual?

Os números são grandes e a mudança é constante, mas vale a pena olhar para os meios mobilizados para os incêndios rurais desta terça-feira. São 112 ocorrências distribuídas pelo território continental, sem que haja um distrito livre do fogo. Os 3287 operacionais fazem tudo o que podem nestas horas críticas, auxiliados por 1047 meios terrestres e 23 aéreos. A operação é vastae, à hora de fecho desta edição do Expresso Diário, cobre o território nacional.

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