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Dez razões para compreender o problema do terrorismo no Paquistão

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TRAGÉDIA Morte e desespero onde era suposto existir apenas vida e esperança. Um hospital da cidade de Quetta foi atingido na segunda-feira por um ataque suicida

FOTO NASEER AHMED / REUTERS

Nos últimos dez anos, no Paquistão, morreram em média quase 6000 pessoas por ano em atentados terroristas. Esta segunda-feira houve mais um. O que está na origem de tamanha carnificina?

Margarida Mota

Jornalista

O país que viu nascer a Prémio Nobel da Paz Malala Yousafzai é um dos mais vulneráveis ao terrorismo. A última prova foi dada esta segunda-feira, quando um ataque suicida visou um hospital na cidade de Quetta, matando pelos menos 72 pessoas.

Segundo o Portal de Terrorismo da Ásia do Sul, em 2003, 189 pessoas foram mortas em atentados na República Islâmica do Paquistão. Esse número atingiu dramaticamente um pico de 11.704 mortos em 2009. Em 2015, foram mortas 3682 pessoas e este ano, até 7 de agosto, atentados em solo paquistanês já fizeram 1150 vítimas mortais.

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