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Costa tem o triplo da popularidade que Passos tinha em oito meses de governo

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Em fevereiro de 2012, oito meses depois de ter tomado posse, Passos tinha 9,6% de popularidade de saldo positivo. Costa tem 28% no mesmo período de governação. Catarina e Assunção perdem pontos, Jerónimo sobe e a popularidade de Marcelo não pára de aumentar

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

Que Marcelo Rebelo de Sousa, nos curtos cinco meses que leva em funções, é o mais popular dos Presidentes da República não carece de evidência científica. Mas, ainda assim, o estudo de opinião de agosto da Eurosondagem para o Expresso e a SIC aí está a demonstrá-lo: o Presidente da República “só” cresceu 2 pontos em relação a julho mas mantém-se no primeiro lugar do ranking da popularidade, com um estratosférico saldo positivo de 57,5% (o mais elevado desde que tomou posse, em março). Só para ter um termo de comparação, Cavaco Silva terminou os seus dez anos de mandato com um saldo negativo de 14,1%.

Mais surpreendentes são os índices de popularidade quer do primeiro-ministro, quer do anterior.

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FICHA TÉCNICA

Estudo de Opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 26 de Julho a 2 de Agosto de 2016. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O Universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por Região (Norte – 20,1%; A.M. do Porto – 13,6%; Centro - 29,6%; A.M. de Lisboa – 26,8%; Sul – 9,9%), num total de 1.005 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1.221 tentativas de entrevistas e, destas, 216 (17,7%) não aceitaram colaborar Estudo de Opinião. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma aleatória resultou, em termos de sexo, (Feminino – 51,8%; Masculino – 48,2%) e, no que concerne à faixa etária, (dos 18 aos 30 anos – 16,7%; dos 31 aos 59 – 51,3%; com 60 anos ou mais – 32,0%). O erro máximo da Amostra é de 3,09%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste Estudo de Opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.