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Seguradora do Andanças admite que apólice pode não cobrir totalidade dos danos

CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS Mais de 400 veículos arderam no parque de estacionamento do festival Andanças. A investigação às causas do incêndio e o apuramento dos prejuízos decorrem e “ainda deve demorar algum tempo”, diz a Associação Portuguesa de Seguradores

FOTO EDGAR LIBÓRIO / EPA

Apagadas as chamas que carbonizaram 422 carros no parque de estacionamento do festival Andanças, as autoridades e os peritos das seguradoras apuram a origem do fogo e quantificam o valor dos estragos. Podem ser milhões. Quem vai compensar os lesados? E quando?

O seguro de responsabilidade civil feito pelos organizadores do festival Andanças “pode ou não ser suficiente para cobrir os danos”. É a seguradora CA, da Caixa Agrícola, que o afirma - tudo depende do “apuramento de responsabilidades e do resultado da investigação em curso”.

A CA confirmou ao Expresso a existência de uma apólice de responsabilidade civil feita com a seguradora pela entidade que organiza o Andanças, a Associação Pé de Xumbo (aliás, um requisito obrigatório para efeitos de licenciamento do evento), mas recusou-se a avançar o seu valor. “As averiguações não estão concluídas e será melhor esperar, sem criar alarmismos", afirmou fonte do gabinete de comunicação da empresa.

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