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Regulador afasta cenário de agravamento da fatura elétrica

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Tanto a ERSE como o Governo acreditam que os consumidores não serão em 2017 chamados a pagar um aumento tarifário superior aos dos últimos anos. Isto apesar do agravamento da dívida do sector no primeiro semestre

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

A dívida tarifária da eletricidade derrapou no primeiro semestre deste ano, mas não o suficiente para provocar um anormal aumento da fatura da energia já em 2017, segundo avançA ao Expresso a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). De acordo com a EDP, em vez de descer, a dívida tarifária do sector agravou-se de 5,2 para 5,3 mil milhões de euros entre dezembro e junho. Uma trajetória que cria uma pressão adicional nos custos do sistema elétrico.

“Confirmamos que no primeiro semestre de 2016 se verificou uma variação significativa da produção hídrica e da produção eólica, face a igual período do ano passado, e que os preços médios na pool ibérica (mercado grossista) estiveram abaixo dos valores médios previsíveis. Não é, contudo, de prever que se venha a verificar um agravamento da dívida tarifária ou uma variação tarifária para 2017 superior à média dos últimos anos”, afirma ao Expresso fonte oficial do regulador.

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