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“A liderança do PSD neste momento é uma geringonça”

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Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos.

Em entrevista a publicar na edição deste sábado do Expresso, o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, garante que o acordo que sustenta o Governo é para manter, descarta eleições antecipadas e aponta baterias ao maior partido da oposição

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

Alberto Frias

Fotojornalista

Solução.” “Solução de Governo.” “Solução política.” Durante cerca de uma hora de entrevista ao Expresso — que será publicada este sábado —, o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, nunca usou o termo ‘geringonça’ para se referir ao acordo entre PS, PCP, BE e Os Verdes que viabilizou o Governo liderado por António Costa. Porque não gosta da expressão e porque esta “solução” — lá está — “não tem nada de frágil nem precário”. “É sólida, estável, diferente do que estávamos habituados, mas para melhor”, defende.

Por isso, diz, os cenários de eleições antecipadas que volta e meia são colocados na agenda mediática não estão no horizonte do PS. Mas podem estar no horizonte de outros partidos. “Percebemos que uma parte do PSD queira resolver o problema da liderança do partido e que precise de umas eleições. Mas não conte com esta maioria para isso”, contrapõe Pedro Nuno Santos.

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