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“Já não é um perigo”: o homem que tentou matar Reagan para impressionar Jodie Foster vai para casa

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JOHN HINCKLEY Foto tirada em frente à Casa Branca a 30 março de 1981 - ele queria impressionar a atriz Jodie Foster. O ataque a Reagan aconteceu nesse mesmo dia

FOTO GETTY IMAGES

Foi a 30 de março de 1981 que se fizeram ouvir os gritos de desespero perto do hotel Hilton, em Washington: “Levem-no! Saiam daqui!”. O presidente Ronald Reagan acabava de ser alvejado, tal como outras três pessoas, por John Hinckley, um jovem de 25 anos que foi imediatamente detido e diagnosticado com “psicose e depressão”. Trinta e cinco anos depois, Hinckley vai ser libertado do hospital psiquiátrico onde vive desde então. Irá para casa da mãe, mas com restrições e vigilância apertada

Tinham passado uns escassos 69 dias desde o início do seu mandato. Ronald Reagan, então presidente dos Estados Unidos, encontrava-se no hotel Hilton de Washington para um discurso que terminou com umas palavras à imprensa, já no exterior. O presidente republicano acabava de acenar a quem ali o esperava e começava a dirigir-se para a sua limusine, de braço no ar, quando o som invulgar se fez ouvir uma, duas, seis vezes: seis tiros de bala que o atingiram, a si e a outras três pessoas.

Na altura, ninguém percebeu se o presidente fora de facto atingido – o agente dos Serviços Secretos norte-americanos Jerry Parr agiu rapidamente e atirou Reagan para dentro de um carro à prova de bala, apercebendo-se lá dentro de que aquilo que o presidente pensava ser “um corte na boca” resultava de uma bala alojada no seu pulmão esquerdo. Fora do carro, John W. Hinckley Jr, o homem que disparara os seis tiros, era detido por tentativa de assassinato do presidente.

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