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Patrões e UGT unem-se contra suspensão de fundos estruturais

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FOTO LUÍS BARRA

Em menos de uma semana, patrões e UGT conseguiram chegar a um acordo sobre um texto conjunto contra as sanções europeias. O volte-face da situação - o cancelamento da sanção por défice excessivo em 2015 - obrigou a alterações de última hora, mas os parceiros sociais continuam preocupados com a eventualidade de suspensão dos fundos estruturais - é a outra sanção em aberto. CGTP quis ficar de fora

As quatro confederações patronais (CIP, CCP, CAP e Turismo) e a UGT concluíram, na tarde desta quarta-feira, um texto conjunto de condenação da eventual suspensão dos fundos estruturais a atribuir a Portugal. A decisão será tomada em setembro pela Comissão Europeia, em diálogo com o Parlamento Europeu, mas os parceiros estão preocupados com os efeitos desta medida sobre a economia do país. O texto de patrões e sindicatos ia mais longe, condenando a UE pela aplicação de sanções a Portugal, mas foi alterado à última hora, depois da conferência de imprensa no final da reunião dos comissários europeus.

A perspetiva de uma sanção, por parte da União Europeia, à derrapagem orçamental portuguesa, levou a um raro entendimento entre representantes das confederações patronais e a UGT. O pontapé de saída foi dado, na sexta-feira passada, pelo secretário-geral da central sindical, no final da última reunião da Concertação Social. Carlos Silva propôs a elaboração de um texto conjunto de condenação das sanções europeias. Os patrões concordaram e foram trabalhando num documento único, sendo "reunidas contribuições" de todas as partes.

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