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Uma primeira audição do álbum inédito de Bowie

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FOTO D.R.

Gravado em Filadélfia em finais de 1974, o álbum “The Gouster” é como um ensaio geral de uma busca por uma visão pessoal da música soul. Uma festa soul e funk. O disco seria colocado de lado, migrando algumas das canções, em novas versões, para o alinhamento de “Young Americans”. Arquivado desde então, o álbum vai ver a luz do dia a 23 de setembro, tal e qual estava então praticamente pronto a editar. É a grande novidade de uma caixa de 12 CD e 13 discos em vinil que recordará a etapa americana que Bowie viveu entre 1974 e 1976

O produtor Tony Visconti descreveu já “The Gouster” como 40 minutos de “funk glorioso”. Se a isso juntarmos a constatação de que é ali que David Bowie ensaia também (e com sucesso) uma primeira grande abordagem ao universo da música soul – que em breve o levaria a “Young Americans” (1975) e, mais tarde, aos álbuns “Let’s Dance” (1983) e “Black Tie White Noise” (1993) –, ficamos com um primeiro retrato do que nos espera em “The Gouster”, o álbum inédito que será editado pela primeira vez como parte da caixa “Who Can I Be Now? (1974-1976)”, que chega a 23 de setembro.

Foi em 1974, durante a digressão que se seguiu à edição de “Diamond Dogs” (editado nesse ano), e em concreto de passagem por Filadélfia, que David Bowie e Tony Visconti rumaram aos míticos estúdios Sigma Sound para começar a transformar em ideias concretas uma paixão partilhada pela música soul.

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