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Alterações aos estágios: patrões acusam Governo de “diabolizar a classe empresarial”

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NOVAS REGRAS CIP Confederação Empresarial de Portugal discorda e vai combater na concertação social as medidas propostas pelo governo para os estágios profissionais. No caso dos contratos a prazo, verifica uma forte carga ideológica e a diabolização do empresariado

A CIP - Confederação Empresarial de Portugal e os empresários discordam das alterações propostas aos estágios profissionais. “Não há dinheiro”, notam os empresários. Estágio de seis meses? “Só dá para conhecer a casa de banho”, diz Aníbal Campos

Luís Barra

Luís Barra

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António Saraiva, presidente da CIP - Confederação Empresarial de Portugal, está “evidentemente contra” as medidas anunciadas pelo ministro Vieira da Silva no âmbito dos estágios profissionais e dos contratos a prazo. E promete combater em sede de concertação social as intenções do governo. Mas faz questão de separar as duas políticas, porque, no caso dos contratos, “as propostas incorporam uma forte carga ideológica e insistem na diabolização da classe empresarial”. Num momento em que o “o país precisa de estimular o crescimento e criar confiança”, estas propostas surgem “ao arrepio do que a economia precisa e do que a CIP defende”.

O governo quer desincentivar a contratação a termo, restringindo os incentivos e limitando os apoios a públicos a quem tem “mais dificuldade de inserção no mercado de trabalho”. Uma cedência do PS aos parceiros (BE e PCP) que sustentam o governo?

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